"Quem sou eu?" tem de ser perguntado nos recantos mais profundos do seu ser. Você tem de ressoar com essa pergunta. Ela tem de vibrar em você, pulsar em seu sangue, em suas células. Tem de se tornar um ponto de interrogação na sua própria alma.
E, quando a mente está silenciosa, você vai saber.

Não que alguma resposta será recebida por você em palavras, não que você será capaz de escrever em sua agenda que “esta é a resposta”. Não que você consiga dizer a alguém “esta é a resposta”. Se você conseguir dizê-la a alguém, esta não é a resposta.

Se você conseguir escrevê-la em uma agenda, esta não é a resposta.

Quando a verdadeira resposta aparece, ela é tão existencial que é inexpressável.